e-Retalho: 8 fatores chave de sucesso para um projeto em Portugal

Conheça os principais motores e barreiras às compras online dos portugueses em 2017 à medida que aumenta o número de e-shoppers entre nós.

15-02-2018
e_shopping
Os motores importantes para a compra online em Portugal rondam a transparência quanto aos preços do produto e as políticas de devolução, entregas e devoluções gratuitas, bem como descrições detalhadas dos bens. Pelo contrário, processos de devolução complicados, pouco claros ou caros, bem como artigos inexistentes no stock são as características que mais afastam a compra online dos portugueses.

Estas são conclusões da transportadora internacional Chronopost no novo estudo de e-commerce E-Shopper Barometer, relativo a 2017, apresentado em novembro último, tendo inquirido para o efeito mais de um milhar de e-shoppers maiores de 18 anos em Portugal que tenham recebido uma encomenda após uma compra online. Analisemos os números com algum detalhe para percebermos o impacto que pode ter num negócio que tenha na Internet um canal de vendas.

No top 3 dos critérios referidos pelos portugueses como motor quando se compra online estão preços sem outras taxas a acrescer ao preço final do produto (95%); portes grátis, política de devoluções clara e custos de entrega transparentes e completos (ex-áqueo com 94%). Face ao último inquérito, ganharam adeptos outros critérios como a possibilidade de conhecer a janela exata de 1-hora de entrega da encomenda (+1pts, para 89%) e a possibilidade de alterar em qualquer momento do processo de compra. Em contrapartida, perderam peso fatores como o dos custos de devolução transparentes e completos (-3pts, para 92%) e motor de busca e filtros eficazes (-2pts, para 83%).

Já nas características que afastam a compra online, e que funcionam como barreira ao e-commerce, estão no top 3 um processo de devolução complicado (82%), não conhecer a política de devoluções desde o início (81%) e ex-áqueo (80%) o artigo proposto não existir em stock ou ter de pagar a devolução.

Como fatores chave de sucesso numa operação de e-shopping, o estudo lista outros: a experiência de excelência, existência de m-commerce, encomendas em 1-click, a utilização de social media, a vasta gama de opções de entrega, locais de entrega adaptados, sem barreiras à compra e com opções de pagamento adaptadas.

Sobre o comportamento do e-shopper português, no top 3 das redes sociais usadas estão o Facebook (91%), o YouTube (73%) e o Instagram (46%). Nos dispositivos usados para e-commerce prevalece o laptop (76%), o computador desktop (46%) e, nos dispositivos móveis, o smartphone (47%) e o tablet (29%). A maioria (54%) compra online tanto em browsers na Internet como em apps.

Como conclusão, a grande maioria dos e-shoppers portugueses considera a sua mais recente experiência de compra online como ‘muito positiva’ (76%), e classifica-a de ‘fácil’ (89%). O número de portugueses que compram online aumentou (48%) e é a maior taxa dos mercados em crescimento, mas ainda se encontra abaixo da média europeia (54%).


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