As Portuguesas: calçado de cortiça focado na exportação

As Portuguesas são chinelos genuinamente nacionais produzidos numa das mais emblemáticas matérias-primas lusas: a cortiça. O objetivo do fundador é exportar 80% da produção.

26-10-2016

As Portuguesas resultam da inspiração nos famosos chinelos de praia brasileiros, combinados com uma das matérias-primas mais características de Portugal, a cortiça. A Amorim Cork Ventures contribuiu para a realização do projeto de Pedro Abrantes.

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Há cerca de dois anos, Pedro Abrantes concebeu uns chinelos com base em cortiça para avaliar a recetividade do mercado ao produto. O pré-teste foi positivo, o mercado gostou e, depois de uma fase de incubação, As Portuguesas, acabaram por vir a ser o primeiro projeto a contar com o apoio da Amorim Cork Ventures, da Corticeira Amorim.

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«A oportunidade de trabalhar com a Corticeira Amorim e de beneficiar de todo o seu know-how, quer em termos de conhecimento do material, quer em termos de força de distribuição, foi decisiva para o desenvolvimento, com sucesso, d’As Portuguesas, que apresentam inúmeros benefícios face às soluções atualmente existentes no mercado.»

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Esta não é a primeira ideia assente em cortiça do CEO da empresa, Pedro Abrantes, que já antes tinha lançado um produto dirigido a horas caseiras. Na verdade, As Portuguesas combinam todas as áreas de interesse do empreendedor: «O seu forte interesse pela área estética motivado pela sua formação de base (arquitetura) associado à sua paixão pela indústria do calçado e à vontade de ter um grande projeto pessoal», tendo ainda como elemento diferenciador a cortiça.

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O principal canal de venda d’As Portuguesas tem sido através da Internet, «uma aposta que se mostrou acertada tendo em conta o amplo sucesso de vendas que se tem obtido por esta via», refere o responsável de vendas da empresa, Alexandre Santos.

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O futuro próximo da marca passará por uma entrada estruturada em mercados-chave, como os EUA e os países do Sul da Europa. Pedro Abrantes, que é também o sócio-fundador da empresa, acredita que «o futuro passará por um crescimento focado no alargamento de mercados». A ambição da marca é tornar-se «uma referência tanto a nível nacional como nos mercados externos, competindo futuramente com as principais marcas mundiais, de forma sustentada».

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A médio prazo, e tendo em conta o potencial de exportação da coleção, o mercado externo poderá representar 80% do mercado total, conclui Pedro Abrantes.  

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O que são As Portuguesas

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As flip-flop As Portuguesas definem-se como «um calçado versátil, sofisticado, mas simultaneamente descomprometido e amigo do ambiente», explica Pedro Abrantes.

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O nome do produto surgiu dos três pontos fortes da marca: a cortiça (a matéria-prima de referência em Portugal), a natureza genuinamente nacional destas flip-flop e uma visão focada nos mercados externos e a cultura portuguesa. O objetivo é levar «um produto de elevada qualidade, intrinsecamente português a todos os continentes».

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A diferenciação das coleções, acompanhadas pela assinatura Egofriendly Footwear, passa pelo design inovador da sola, pela tira ergonómica e confortável e uma maior resistência na ligação tira e sola, assim como uma maior aderência em pisos molhados project management.

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A marca tem como destinatários os públicos feminino e masculino que valorizem o design e a qualidade dos materiais, sendo ainda divertidos, mas sofisticados. As flip-flop podem ser utilizadas quer na praia, quer em contexto urbano.

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As coleções

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A primeira coleção, composta por 11 modelos, foi apresentada em março de 2016. Posteriormente foi lançada uma nova coleção com seis novos modelos nos mercados nacional e internacional. Esta nova coleção «aposta em desenhos coloridos e estilizados, continuando a manter a inovadora e diferenciadora sola de cortiça, natural e confortável». As Portuguesas custam entre 29,95 euros e 39,95 euros. Estão à venda no portal da marca.

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Recursos

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As Portuguesas
\\nAmorim Cork Ventures

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