Marcas: 3 aspetos mais valorizados pelos portugueses para confiarem

Metade de nós confia em marcas e 800 inquiridos em Portugal revelaram agora o que mais gostam numa marca para confiarem nela.

31-10-2017
MarcaPilar427
Num universo económico e social incerto, as marcas constituem uma base sólida de confiança aos olhos dos europeus. Com efeito, as marcas obtêm uma avaliação positiva por 1 em 2 europeus. Mesmo entre os portugueses, 49% afirma ter confiança nas marcas, seja completa ou em algum grau: esta nossa “marca” fica acima da média da Europa a 15, que regista 46 por cento.

Mas, para que uma marca consiga a sua confiança, enquanto consumidor luso, que condições deve apresentar em 1º, 2º e 3º lugares? O leitor terá certamente a sua opinião, mas o Observador Cetelem 2017 colocou esta questão aos portugueses e estes responderam.

Em primeiro lugar valorizamos o “propor produtos / serviços de qualidade”, que recolhe 86% das opiniões expressas, acima de 78% da média europeia.

“ter uma boa imagem / reputação” é importante para 57% dos inquiridos no nosso país, e mais uma vez acima da valorização dada pelos europeus a este aspeto, que se situa nos 55 por cento. O pódio luso fica completo com o “Já ter experimentado”, aspeto na terceira posição dos aspetos mais valorizados pelos portugueses para confiarem numa marca, que com 51% fica ligeiramente abaixo da média da Europa a 15, que regista 52 por cento.

Somos assim tão diferentes dos restantes europeus? A qualidade dos produtos e dos serviços de uma marca estão entre os três principais critérios de seleção para 78% dos europeus em todos os países do estudo. “Este rigor deve refletir-se na identidade da marca” lê-se no estudo, que revela ainda que “a credibilidade e a substância precede a forma”. Não é a estética (11%) nem a publicidade (apenas 5%) que fazem os consumidores europeus mudarem de ideias apesar de rótulos e certificações serem práticas que transmitem tranquilidade, afirmam 68% dos europeus. Búlgaros, portugueses e romenos são os que mais partilham este ponto de vista.

O inquérito quantitativo aos consumidores foi conduzido pela Kantar TNS, entre 3 e 15 de novembro de 2016, junto de uma amostra de 12 200 indivíduos com idades compreendidas entre 18 e 75 anos em 15 países europeus. Em Portugal responderam 800 indivíduos.


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