No momento de decidir as cores, a tipografia ou o logótipo que vão caracterizar uma empresa existem alguns pontos-chave para ajudar a encontrar o estilo mais adequado a cada caso.
29-09-2014
O significado de determinado desenho pode variar segundo a pessoa que o analisar ou interpretar. No entanto, a imagem que vai constituir a marca de uma empresa não pode ser deixada ao acaso e convém estudar previamente o que se pretende transmitir e o público-alvo a que se dirige. As cores, por exemplo, são um aspeto muito importante que vai ajudar a identificar a empresa e, por isso, vale a pena analisar o sentimento ou a ideia que cada uma vai transmitir.
Embora se trate de uma área muito subjetiva, a maioria dos especialistas concordam no que respeita a determinadas características que definem uma cor. Por exemplo, o azul pode estar associado com a transparência e a segurança, bem como com a tecnologia; o vermelho costuma estar relacionado com o amor, a paixão ou com o calor. Da mesma forma, o amarelo costuma ser utilizado para chamar à atenção e o verde tende a representar conceitos como a vida, a liberdade ou a natureza.
Ainda que este tipo de observações esteja sempre sujeito, como referido, a interpretações subjetivas, estas podem ser tidas em conta para definir o tipo de imagem que se pretende projetar para a marca da empresa. Também convém dar importância à utilização que lhes dão grandes empresas muito conhecidas, já que a escolha de uma determinada gama cromática pode fazer com que uma PME se associe aos conceitos que essas empresas transmitem.
No desenho de logótipos, a tendência atual é que estes possuam formas limpas, sem grandes artifícios. Este aspeto deve também ser levado em conta para a escolha de detalhes, como a tipografia (ou seja, o tipo de letra associado ao logótipo ou marca).
O tipo de empresa é fundamental para decidir este tipo de parâmetros. Por exemplo, empresas relacionadas com arte, design ou lojas gourmet tendem a utilizar o preto como símbolo da elegância.
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