92% das empresas portuguesas consideram-se competitivas

Um estudo da Alma CG confirma ainda que dois terços dos gestores destas acreditam que a sua empresa também é inovadora.

10-12-2014
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Os gestores de empresas portuguesas inovadoras estão entre aqueles que assumem o caráter competitivo da sua empresa no mercado em que se inserem. De acordo com os resultados do 9.º Barómetro Internacional do Financiamento da Inovação, promovido pela Alma CG, 92% dos gestores de empresas portuguesas inovadoras consideram que a sua empresa é, efetivamente, competitiva.

O mesmo acontece na Alemanha e na Polónia, onde a mesma percentagem (92%) de gestores tem esta postura face à competitividade da sua empresa. Só na Hungria (94%) e na República Checa (93%) se encontra um índice mais elevado de convicção na competitividade da empresa que os gestores representam, revela o estudo. Em média, 83% dos gestores dos países participantes neste barómetro revelam acreditar que a sua empresa é competitiva e os gestores portugueses estão, claramente, acima dessa média.

Considerar a sua empresa como inovadora já é uma postura menos consensual entre os gestores. Três em cada quatro gestores (76%) defendem que a sua empresa é inovadora. Portugal afina pelo mesmo diapasão, já que a convicção de que a sua empresa é inovadora foi defendida por 77% dos seus gestores. Os mais convictos são os gestores alemães e polacos, ambos com 84% das respostas a inclinarem-se para a certeza de que as suas empresas são inovadoras.

Já quando questionados sobre os elementos mais importantes para uma empresa ser competitiva, a maioria dos gestores internacionais (53%) aponta para a capacidade de inovação, algo que também é defendido por 44% dos gestores nacionais. Mas em Portugal, 59% dos gestores afirma que a satisfação do cliente tem prioridade.

A relação qualidade/preço dos bens ou serviços produzidos é também um fator determinante para a competitividade das empresas, na ótica de 36% dos gestores portugueses e de 24% dos gestores à escala global. Já os resultados financeiros dessa empresas definem a sua competitividade, na opinião de 31% dos gestores, replicada em 21% dos gestores portugueses.

Investimento em mobilidade para aumentar a competitividade

Uma das formas de aumentar a competitividade empresarial em Portugal passa, para os seus gestores, pelo investimento em mobilidade. O estudo Mobility Survey 2014, desenvolvido pela CIONET, analisou as tendências de mobilidade das empresas nacionais e constatou que o aumento geral do índice de competitividade da empresa foi a vantagem mais procurada neste investimento para 32,5% dos inquiridos. Acima de 50% delas refere o aumento dos níveis de satisfação dos clientes como objetivo primordial do investimento em tecnologia para a mobilidade.


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