Inovação: importante sim, mas há outras prioridades nas empresas lusas

Metade das empresas no nosso país já investe na evolução de usos e comportamentos dos consumidores, ou seja, nas chamadas inovações sociais, revela estudo da Alma CG.

12-12-2014
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As empresas inovadoras reconhecem a importância de investir os seus recursos financeiros em iniciativas de carácter inovador. E mesmo quando os recursos escasseiam, como acontece atualmente em Portugal, muitas empresas não abandonam a sua aposta na inovação. Pelo menos 37% das empresas inovadoras dão prioridade a esta vertente do negócio e assumiram-no na 9.ª edição do Barómetro Internacional do Financiamento da Inovação da Alma CG.

À escala internacional - França, Reino Unido, Bélgica, Canadá, Alemanha, Hungria, Espanha, Polónia e Republica Checa -, esta postura é já assumida por 43% das empresas participantes neste estudo, um índice que se aproxima muito dos 47% de empresas que consideram a inovação importante, mas não prioritária. Em Portugal, a maioria das empresas inquiridas (54%) tem precisamente essa postura: reconhecem que a inovação é, efetivamente, um passo importante para o seu negócio, mas há outras prioridades.

Mais consensual é a postura das empresas, quer nacionais, quer internacionais, na hora de decidir o âmbito de concretização dos seus projetos de inovação. De acordo com o barómetro, 95% das empresas portuguesas e internacionais dizem investir sobretudo em inovações científicas e técnicas / produtos e serviços / procedimentos e processos.

Já metade das empresas (50%) refere o investimento na evolução de usos e comportamentos dos consumidores, ou seja, nas chamadas inovações sociais. E pelo menos 81% das empresas portuguesas investem em alterações no modelo de negócios e inovação organizacional.


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