Bem-estar

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Dicas de psicologia, saúde e comportamento que o ajudam a entender melhor a si mesmo e os outros.

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Ansiedade de desempenho nas apresentações orais

Este é o medo de sermos vistos de forma negativa pelos outros quando estamos em situações em que as nossas competências são postas à prova!

Medo de dizer algo de errado durante a apresentação? Medo de que pensem que não percebe nada do assunto?

A isto chama-se ansiedade de desempenho nas apresentações orais: em vez de confiantes sentimo-nos pequeninos nestas situações.

A verdade é que alguma ansiedade nestas situações é normal, mas quando prejudica o nosso desempenho é ansiedade excessiva!

Este vídeo da Oficina da Psicologia oferece, em menos de 3 minutos, 10 dicas para que as suas apresentações em público sejam mais tranquilas.

Ponha-as em prática para controlar o stress, a ansiedade e aproveitar o momento!


Oficina da Psicologia

Falar em público

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Burnout: esteja atento aos sinais

Reconheça alguns sinais de burnout e as possibilidades de intervenção terapêutica.

A Síndrome de Burnout (do inglês to burn out, que literalmente pode ser traduzido por 'queimar por completo'), também denominada de Síndrome do Esgotamento Profissional, é, segundo a Wikipedia, 'geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação'.

Enquanto diversos estudiosos defendem que burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização).

Seja como for, a dedicação exagerada à atividade profissional parece ser uma característica marcante de burnout, mas não a única. Ainda segundo a Wikipedia, 'o desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de burnout mede a autoestima pela capacidade de realização e sucesso profissional'. Os sintomas são variados: fortes dores de cabeça, tonturas, tremores, muita falta de ar, oscilações de humor, distúrbios do sono, dificuldade de concentração e problemas digestivos. Por serem genéricos e comuns a outras patologias, isso resulta, muitas das vezes, pela ignorância de que se está em (ou com) burnout.

Neste vídeo curtinho de pouco mais de 2 minutos, a Oficina da Psicologia elenca alguns sinais de burnout e um resumo sobre as linhas de intervenção terapêutica. O casal Maria e Carlos servem de exemplo nesta animação destinada a sensibilizar e prevenir o problema.


Oficina de Psicologia

Burnout

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Poupar o coração

Algumas coisas simples que pode fazer já hoje para proteger o seu coração dos fatores de risco mais importantes.

“Uma boa cabeça e um bom coração são sempre uma combinação formidável.” A frase é atribuída ao líder sul-africano Nelson Mandela e evidencia a importância do coração, um órgão de um tamanho de um punho com uma massa entre os 250 e os 350 gramas, capaz, no entanto, de bombear sangue suficiente a uma pressão razoável para percorrer todo o corpo nos sentidos de ida e volta, transportando assim, oxigénio e nutrientes necessários às células que sustentam as atividades orgânicas, evidencia a Wikipedia.

Urge, portanto, proteger e cuidar bem deste nosso “motor”, e é isso que destaca este vídeo de cerca de 4 minutos da Oficina da Psicologia: algumas coisas simples que pode fazer já hoje para proteger o seu coração dos fatores de risco mais importantes.

O vídeo recorda os malefícios da hipertensão, colesterol elevado, diabetes tipo 2, sedentarismo, tabagismo, excesso de peso, álcool em excesso, sono, depressão e stress, e indica pequenos gestos, medidas e passos que pode empreender diariamente para vencer esses obstáculos a uma “saúde de ferro” e, no limite, à própria vida.

A saúde (ou a falta dela), seja a nível da cardiologia ou não, preocupa empregados e patrões e os portugueses valorizam, cada vez mais, o acesso a cuidados de saúde... privados. Mais do que ter um telemóvel oferecido pela empresa para uso pessoal ou dispor de um refeitório para almoçar, 81% dos profissionais prefere que a empresa lhe dê acesso a um seguro de saúde, abrindo ao seu agregado familiar as portas dos prestadores privados de cuidados de saúde. A conclusão vem expressa no estudo Guia do Mercado Laboral 2015, produzido pela Hays para analisar tendências, salários e o fenómeno da atração de talento em Portugal. Este é também um desejo cada vez mais correspondido pelas empresas. De acordo com o estudo, 64% das entidades empregadoras já contempla o seguro de saúde no seu pacote de benefícios disponibilizados aos colaboradores. Mas ainda não corresponde inteiramente às expectativas de todos os trabalhadores.

A prevenção, revela-se, contudo, a melhor arma e este vídeo será de ajuda para resguardar o seu coração.


Oficina de Psicologia

Cardiologia

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Como lidar com um ataque de pânico

Saiba o que faz a Maria, 29 anos, casada e jurista, para controlar um ataque de pânico no momento em que faz compras no supermercado.

Sente o seu coração acelerado, as palmas das mãos transpiradas e frias, o estômago a arder, respiração difícil, sente-se a perder o controlo e a pensar que está a enlouquecer ou mesmo a morrer? Se a resposta é afirmativa a todo este quadro clínico descrito, então poderá estar perante um ataque de pânico!

E se assim for, padece do mesmo mal de Maria, 29 anos, casada e jurista, que nesta animação da Oficina de Psicologia 'dá corpo' à personagem que visa explicar, e sobretudo, prevenir um ataque de pânico, algo que pode suceder a qualquer um de nós, em algum momento, e que nalguns casos e pessoas é frequente.

O que fazer então perante um ataque de pânico? Eis algumas técnicas corporais que ajudam a lidar com a situação: respirar pela barriga como um bebé e encher e esvaziar 'o balão' que está na barriga são recomendados. Na componente psicológica, será útil encarar os pensamentos, não como factos consumados, mas como simples pensamentos, optando por não acreditar neles. Há que ativar o córtex pré-frontal e desativar o sistema límbico: faça contas!

Poderá ser de ajuda e aconselhável o recurso a profissionais e tratamentos, mas lembrar-se destes pontos em pleno ataque de pânico pode ajudar a controlar e minimizar a situação.


Oficina de Psicologia

Ataque de Pânico

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Mindfulness: como regular pensamentos ansiosos

Ao praticar Mindfulness vai aprender a não ficar refém dos seus pensamentos: como?

Ansioso e com os pensamentos a 200 km/h? Quer ter paz de espírito, anseia viajar, descansar e ter mais tempo para si? Então talvez precise de Mindfulness ou, em português, 'atenção plena', 'mente alerta' ou ainda 'consciência plena'.

A Wikipedia explica Mindfulness como 'um estado mental que se caracteriza pela autorregulação da atenção para a experiência presente, numa atitude aberta, de curiosidade, ampla e tolerante, dirigida a todos os fenômenos que se manifestam na mente consciente - ou seja todo tipo de pensamentos, fantasias, recordações, sensações e emoções percebidas no campo de atenção são percebidas e aceitas como elas são'.

A aprendizagem dessa forma de atenção faz-se, regra geral, através de técnicas de meditação e de outros exercícios afins, permitindo ao indivíduo uma maior tomada de consciência de seus processos mentais e de suas ações. Mindfulness tem a sua origem na meditação budista e desempenha um papel importante em várias formas recentes de psicoterapia, nomeadamente as ligadas à redução de stress.

Neste vídeo curto, a Oficina de Psicologia introduz o tema, explicando as benesses de não ficar refém dos seus pensamentos e dá dicas de como treinar a atenção. E como, precisamente, se treina a atenção? Esta animação vídeo dá exemplos:

- escolha um foco para onde dirigir a sua atenção, como a respiração, que será o seu ponto de referência;

- sempre que perder a atenção no vaguear da mente, regresse à sua respiração;

- assim o músculo da atenção fica mais forte e irá perder-se menos vezes!


 


Oficina de Psicologia

Mindfulness

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Cérebro: Ponha-o a Trabalhar Como um Todo!

Como conseguir o tão importante equilíbrio emocional envolvendo todas as partes do cérebro?

É o nosso principal órgão e centro do sistema nervoso: o cérebro humano contém cerca de 86 mil milhões de neurônios, ligados por mais de 10.000 ligações sinápticas cada - uma poderosa e complexa máquina!

Ele é extremamente importante na forma como vai viver verdadeiramente e desfrutar do melhor da vida. E isso passa por estabilidade e equilíbrio, sobretudo emocional, algo que se requer e exige de nós no dia-a-dia, em casa ou no trabalho, mas que, por vezes, é difícil de conseguir. Medo excessivo, cansaço todo o dia, irritação por tudo e por nada são desequilíbrios que sentimos por vezes e que resultam de não estarmos a tirar todo o potencial do nosso cérebro para obter equilíbrio emocional.

Perceber porque isso acontece é o propósito deste curto vídeo da Oficina da Psicologia, que explica que o nosso cérebro trabalha em 3 sistemas separados que nem sempre estão em harmonia e perfeita sintonia: o neocortex, o sistema límbico e cérebro reptiliano. O que faz cada um deles e qual o seu impacto psicoemocional? Como lidar diariamente com todo o nosso cérebro, por conhecê-lo e compreender a sua forma de atuação? Veja o vídeo abaixo com dicas e mensagens curtas mas efetivas na abordagem a esta questão.


O Cérebro

Oficina da Psicologia

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A Ciência da Felicidade

Pedro Brito aborda, com um brilho nos olhos, a felicidade à luz da Psicologia Positiva e liderança.

O que é que me faz brilhar os olhos? É este o ponto de partida para Pedro Brito, partner da Jason Associates, abordar o tema da felicidade, tão caro e querido a todos e a cada um de nós.

A felicidade nem sempre se vê mas sente-se, diz-nos. E é o brilho nos olhos e o propósito que torna um momento ou uma situação doa dia-a-dia adquirir verdadeiro significado, independentemente das circunstâncias.

Neste percurso para descobrir e alcançar a felicidade é preciso não encarar esta como uma meta, pois queremos ser felizes já hoje e não apenas e só amanhã. Também há que transformar e exercitar o nosso cérebro: adotar postura, comportamentos e atitudes mais positivos tornam-nos mais felizes.
E há que alterar rotinas diárias para treinar regularmente o cérebro e desenvolver as áreas do mesmo com impacto no cérebro.

A alimentação, descanso, a meditação e o desporto tem impacto nisso. E não basta ter a intenção, há que colocar em prática um plano de treinos para a felicidade, à luz daquilo que o nosso objetivo.

Vamos ao ginásio da felicidade? É esta a proposta e isso passa pelo referido plano de treinos com 7 promessas:

- cultivar o autoconhecimento
- lidar com a realidade
- usar lentes cristalinas
- empatizar sem dramas
- agradecer sempre
- fazer parte de algom com significado
- planear de forma consciente e sistemática

Assim, neste vídeo sobre Psicologia Positiva e Liderança: a Ciência da Felicidade, Pedro Brito, managing partner da Jason Associates, desenvolve esse tema à luz dessas 7 promessas. Veja-o abaixo.


Pedro Brito

Managing Partner da Jason Associates