Equipas e talento

Equipas e Talento

Novas tendências e práticas na gestão de recursos humanos nas organizações.

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A primeira semana dos estagiários na Google

5 estagiários contam como foi trabalhar na Google durante um verão.

Estudantes universitários que integram as equipas da Google como estagiários ou a tempo inteiro trabalham em projetos interessantes e com sentido e espera-se deles que causem 'impacto' desde o primeiro dia.

Neste vídeo, 5 estudantes norte-americanos - Matt Melone, um MBA; Paola Correa e Florian Koenigsberger, ambos de Marketing e Kim Day e Grant Oakley, ambos de Engenharia - que estagiaram na Google durante um verão partilham os seus pensamentos e expressam as suas opiniões sobre o que significa trabalhar para esta gigante dos media e tecnologias de informação.


*Está disponível uma versão com legendas traduzidas para português em http://youtu.be/9No-FiEInLA
(para obter legendas em português, ative primeiro as legendas, que serão por defeito em inglês. Depois, em definições, clique no dropdown de Legendas e selecione a opção traduzir legendas onde vai poder escolher o português).

A primeira semana dos estagiários na Google

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A Inovação em Portugal: Capital Social em Portugal

Como o grau de confiança interpessoal impacta na sociedade e nos negócios.

Em parceria com o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) promoveu, em setembro de 2014, um debate sobre A Inovação em Portugal, na qual o Manuel Mira Godinho, professor catedrático do ISEG, apresentou o seu livro exatamente sobre A Inovação em Portugal.

Neste curto excerto desse debate, Manuel Mira Godinho aborda o Capital Social, expresso pelo grau de confiança interpessoal, em Portugal e no sul da Europa em comparação com os países do norte do Velho Continente e conclui: apenas 1/3 dos portugueses afirma confiar na maior parte das pessoas.

A publicação evidencia que se registaram importantes avanços ao longo das últimas décadas, tendo-se constituído e consolidado competências críticas em certos domínios, embora permaneçam outros domínios de maior fragilidade. A “capacidade de harmonizar o sistema nacional de inovação” será, no entender do autor, a chave para um desenvolvimento mais sustentável do que temos tido, num momento em que a Inovação se instalou no discurso empresarial e no das políticas públicas.

Poderá assistir ao debate completo noutro vídeo em http://youtu.be/eCX9GvY-HAM

A Inovação em Portugal: Capital Social em Portugal

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Trabalho: Proteção versus Flexibilidade em Portugal

Coligir a proteção do trabalhador com a flexibilidade da Economia são indissociáveis.

Em parceria com o El Corte Inglés (ECI), a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) promoveu, em fevereiro de 2013, um debate Pensar Portugal a propósito do lançamento do ensaio Trabalho, Uma Visão de Mercado, de Mário Centeno.

Neste curto excerto desse debate, entre o autor e David Justino, com moderação de António Araújo, refere-se que 'há duas componentes que são indissociáveis: coligir a proteção do trabalhador com a flexibilidade da Economia'.

O livro O Trabalho, Uma Visão de Mercado faz uma abordagem alargada da organização das relações laborais em Portugal. E a que conclusões chega o seu autor?

'A reduzida oferta de qualificações no mercado de trabalho é responsável por parte das dificuldades estruturais da economia portuguesa, que se traduzem em baixa produtividade e fraco crescimento potencial. As baixas qualificações limitam, também, as oportunidades dos trabalhadores no mercado de trabalho e estão na génese de uma das maiores desigualdades salariais na Europa.'

Para além disso, 'a emergência dos contratos a prazo, como forma quase exclusiva de entrada no mercado, e a baixa taxa de conversão desses contratos em relações laborais duradouras, promove o desinvestimento em formação e educação. Esta é uma das principais fontes de desigualdade em Portugal e a principal razão para o sentimento de falta de proteção dos trabalhadores portugueses', pode ler-se nesta publicação, como uma das suas principais conclusões.


Trabalho: proteção versus flexibilidade

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Trabalho: Segmentação de Emprego em Portugal

Efetividade e contratos a prazo analisados no debate e ensaio Trabalho, Uma Visão de Mercado, de Mário Centeno.

Em parceria com o El Corte Inglés (ECI), a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) promoveu, em fevereiro de 2013, um debate Pensar Portugal a propósito do lançamento do ensaio Trabalho, Uma Visão de Mercado, de Mário Centeno.

Neste curto excerto desse debate, entre o autor e David Justino, com moderação de António Araújo, refere-se que 'a segmentação de emprego limita as oportunidades de emprego disponíveis no mercado', provocando constrangimentos na afetação de recursos.

Esta segmentação concretiza-se, por exemplo, pela existência dos chamados 'empregos permanente' versus os outros não perenes, e que servem de 'mola de ajustamento' à Economia. 'A emergência dos contratos a prazo, como forma quase exclusiva de entrada no mercado, e a baixa taxa de conversão desses contratos em relações laborais duradouras, promove o desinvestimento em formação e educação. Esta é uma das principais fontes de desigualdade em Portugal e a principal razão para o sentimento de falta de proteção dos trabalhadores portugueses', pode ler-se nesta publicação, como uma das suas principais conclusões.

O livro O Trabalho, Uma Visão de Mercado, que faz uma abordagem alargada da organização das relações laborais em Portugal, conclui ainda que 'a reduzida oferta de qualificações no mercado de trabalho é responsável por parte das dificuldades estruturais da economia portuguesa, que se traduzem em baixa produtividade e fraco crescimento potencial. As baixas qualificações limitam, também, as oportunidades dos trabalhadores no mercado de trabalho e estão na génese de uma das maiores desigualdades salariais na Europa'.

Também no nosso país 'leva-se demasiado tempo a voltar ao emprego'. As características estruturais do desemprego são, para o autor, 'muito preocupantes' e concretiza: 'o desemprego é um período de investimento, mas pode tornar-se um pesadelo se o desemprego for de longa duração. A duração do desemprego cria estigmas associados ao afastamento do mercado de trabalho, que levam a períodos de desemprego cada vez mais longos'.

Trabalho: Segmentação de Emprego em Portugal

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Trabalho: Mercado Laboral Português em Números

Alguns indicadores relativos ao mercado de emprego no nosso país trazidos aqui por David Justino

Em parceria com o El Corte Inglés (ECI), a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) promoveu, em fevereiro de 2013, um debate Pensar Portugal a propósito do lançamento do ensaio Trabalho, Uma Visão de Mercado, de Mário Centeno.

Neste curto excerto desse debate, entre o autor e David Justino, com moderação de António Araújo, refere-se que 'um trabalhador temporário português tem 12% de probabilidade de transitar para um emprego permanente'. o salário mínimo nacional e a taxa social única merecem outras reflexões de David Justino neste clipe de vídeo.

O livro O Trabalho, Uma Visão de Mercado, que faz uma abordagem alargada da organização das relações laborais em Portugal, conclui ainda que 'a reduzida oferta de qualificações no mercado de trabalho é responsável por parte das dificuldades estruturais da economia portuguesa, que se traduzem em baixa produtividade e fraco crescimento potencial. As baixas qualificações limitam, também, as oportunidades dos trabalhadores no mercado de trabalho e estão na génese de uma das maiores desigualdades salariais na Europa'.

Na segmentação do mercado laboral nacional, 'a emergência dos contratos a prazo, como forma quase exclusiva de entrada no mercado, e a baixa taxa de conversão desses contratos em relações laborais duradouras, promove o desinvestimento em formação e educação. Esta é uma das principais fontes de desigualdade em Portugal e a principal razão para o sentimento de falta de proteção dos trabalhadores portugueses', pode ler-se nesta publicação, como uma das suas principais conclusões.


Trabalho: Mercado Laboral Português em Números

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Tendências de Emprego e Atração de Talento em Portugal em 2015

Quase metade das empresas portuguesas pretende reforçar as suas forças de vendas já este ano. Saiba o que revela o estudo Guia do Mercado Laboral 2015 publicado pela Hays.

Que setores estão e vão gerar mais emprego em Portugal em 2015? O que valorizam empregadores e colaboradores? Que tendências e dinâmicas se verificam no mercado laboral português para este ano?

Este vídeo da Hays sobre o seu novo Guia do Mercado Laboral resume as principais tendências salariais e de recrutamento para 2015 em Portugal, aqui explicadas por Paula Baptista, managing director da Hays Portugal e de outros colaboradores desta empresa especializada em seleção e recrutamento de recursos humanos.

Quarenta e sete por cento das empresas admite recrutar comerciais ao longo deste ano para reforçar as suas equipas de vendas, revela o estudo Guia do Mercado Laboral 2015, publicado pela Hays. As competências comerciais estão a ser cada vez mais procuradas pelas empresas dispostas a contratar, apostando claramente na conquista de novos clientes e no aumento da faturação.

Além de comerciais, as empresas procuram também engenheiros (27%) e informáticos (24%). Duas áreas que requerem grande especialização técnica e que, por isso mesmo, são também alvo de uma procura crescente por parte de potenciais entidades empregadoras.

Estas são algumas das conclusões do estudo, encontrando outros dados curiosos neste vídeo.


Paula Baptista

Managing Director da Hays Portugal

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Portugal no Mercado de Trabalho Global

Como se sai Portugal no Global Skills Index 2014 da Hays que analisa as diferentes dinâmicas do mercado de trabalho qualificado em 31 países?

O estudo Global Skills Index, produzido pela Hays em parceria com o Oxford Economics, analisou a evolução do mercado de trabalho em 31 países e detetou em Portugal um crescente desajuste entre a oferta e a procura de competências. Para a Hays, Portugal está mesmo entre os quatro piores países, ao nível mundial, nesta matéria.

Apesar do contexto de elevado nível de desemprego, os trabalhadores portugueses não reúnem as competências, a formação e a experiência que os empregadores procuram neste momento para os postos de trabalho que têm disponíveis. Numa escala de 10 pontos, a Hays atribuiu a Portugal uma pontuação de 5,9.

Veja o vídeo para se inteirar das principais conclusões deste estudo da conhecida empresa de seleção e recrutamento de recursos humanos, aqui apresentadas por Paula Baptista, managing director da Hays Portugal.


Paula Baptista

Managing Director da Hays Portugal

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Como Otimizar o seu Perfil no LinkedIn

O LinkedIn é a rede social de âmbito profissional mais utilizada pela generalidade dos portugueses pelo que isso torna obrigatória a sua (boa) presença.

O LinkedIn é a rede social de âmbito profissional mais utilizada pela generalidade dos portugueses, beneficiando da interação proporcionada por um conjunto de contactos que partilham a mesma plataforma online, promovendo as suas próprias habilitações, experiências, conhecimentos e competências. O LinkedIn é também o palco de divulgação de conteúdos e de participação em grupos de discussão sobre os mais variados temas, em função da segmentação de grupos que cada utilizador pode acionar.           

A maior parte dos utilizadores do LinkedIn reside no litoral do país e também na Grande Lisboa. São sobretudo das classes A e B e têm entre 25 e 34 anos. Ainda assim, o LinkedIn é utilizado com regularidade por utilizadores até aos 54 anos. É durante a semana de trabalho que 26% dos portugueses recorre à rede social LinkedIn para atualizar a informação publicamente disponibilizada sobre si e sobre as suas competências profissionais, mas, e sobretudo, para ficar a par dessas mesmas novidades de outras pessoas que consigo partilham a mesma rede.

Confirma o estudo Um Dia nas Nossas Vidas na Internet, promovido pela Marktest e pela Nova Expressão, que 70% dos portugueses considera-se mais espectador do que participante nesta rede social. Já 32% dos inquiridos neste estudo assume que recorre a esta rede social para saber notícias de âmbito profissional sobre os seus contactos.

Neste episódio do Marketing Digest da APPM - Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing, Diogo (esq.) e Ricardo (dir.), os apresentadores, revelam em 10 passos como otimizar o seu perfil nesta rede social para ser encontrado por recrutadores. Veja o vídeo para maior detalhe, mas os passos principais podem resumir-se a:

 1. Promova-se a si próprio com um título que seja catchy que contenha palavras-chave;

2. Identifique e adicione a indústria em que trabalha, assim os headhunters poderão encontrá-lo(a) mais facilmente;

3. Criar posts no LinkedIn para surgir como sugestão nas outras pessoas e espalhar o seu perfil;

4. Incluir palavras-chave no resumo (summary);

5. Adicionar media (sites, apresentações do SlideShare, apresentações, vídeos, etc.) nas partes da experiência profissional;

6. Seja preciso para que os headhuntes vejam exatamente onde trabalhou;

7. Ordene os seus skills para o mais importante;

8. Adicione-se a grupos relevantes para a sua profissão, atividade ou mercado;

9. Ser voluntário também o poderá ajudar a ser o escolhido;

10. Seja específico quanto à sua formação académica;


Diogo e Ricardo

Marketing Digest da APPM

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Bem-Estar e Motivação dos Trabalhadores na Europa

Conheça as conclusões do Barómetro Edenred-Ipsos 2014 que, pela primeira vez, inquiriu trabalhadores portugueses.

O Barómetro Edenred-Ipsos 2014 resulta de um inquérito sobre o bem-estar e a motivação dos trabalhadores em oito países europeus - França, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Espanha, Itália e, pela primeira vez, Portugal e Suécia. Foram cerca de 8.800 os trabalhadores inquiridos online, incluindo 800 em Portugal.

Como conclusões gerais do inquérito relativas ao nosso país aferidas de uma análise aos indicadores de confiança do barómetro (futuro coletivo, futuro individual), pode dizer-se que 'continuam baixos e a preocupação com o desemprego mantém-se bem marcada'. Segundo a Edenred, 'neste contexto encontrar soluções que ajudem os trabalhadores a ter uma 'vida mais fácil' é fundamental'.

Esta animação vídeo de pouco mais de 2 minutos passa em revista as principais conclusões do Barómetro em temáticas como confiança no futuro da empresa, manutenção e remuneração do emprego, retenção de talentos, ações requeridas dos Recursos Humanos, tempo dedicado ao trabalho, a fronteira entre via pessoal e profissional e as novas ferramentas de comunicação e o seu impacto na qualidade de vida no emprego.


Barómetro Edenred-Ipsos 2014

Conclusões