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Tendências na gestão estratégica de organizações aqui desenvolvidas por académicos e gestores nacionais e estrangeiros.

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Gestão Estratégica: Portugal no Mundo

Que papel pode desempenhar Portugal no mundo globalizado e competitivo por tirar partido da sua língua e História?

Neste vídeo, o professor Gautam Ahuja, da Stephen M. Ross School of Business da Universidade do Michigan (EUA), aborda, em declarações à AESE Business School, o papel que Portugal pode ter no mundo atual globalizado e competitivo. Para esse docente, as empresas portuguesas têm de olhar para os seus pontos fortes. Sendo Portugal uma economia ocidental desenvolvida e com bons níveis de Educação, tendo contribuído também com uma das línguas - o português - fundadoras do mundo, estas são vantagens-chave. Se a isso somarmos as possibilidades oferecidas pelas tecnologias da comunicação e informação, isso permite às empresas portuguesas irem para outros mercados menos desenvolvidos, ou sem tantos recursos de Educação, e estabelecer e crescer em oportunidades de negócio.

Assim, expandir para Angola ou para outros países de expressão oficial portuguesa, especialmente no tocante ao setor do software, será um passo natural nesse âmbito. Ao fazerem isso, ao entrarem nesses mercados maiores e que estão bem, as empresas portuguesas estarão a multiplicar o seu mercado natural por 10. Essa expansão será muito proveitosa, ainda mais quando outros países não conseguem ter esse elo de ligação comum como a História ou a língua nesses mercados.

Gautam Ahuja aborda ainda alguns aspetos gerais de gestão estratégica. No momento em que os orçamentos são contidos, e temos limitações no poder de compra, há duas direções a tomar na nossa estratégia: 1) esta tem de ser inovadora no sentido de endereçar as necessidades de clientes que têm poder de compra limitado e isso implica 2) desenhar e implementar modelos que sejam verdadeiramente cost-effective, na medida em que se as pessoas têm menos dinheiro para despender, e se queremos fazer algo que valha a pena, isso terá de ser lucrativo, mas também tendo em conta uma racionalização de custos. Há que focarmo-nos muito na eficiência e na redução de custos da produção e distribuição. E é isto que implica desenvolver uma estratégia de sucesso.


Gautam Ahuja

Universidade do Michigan (EUA)

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Gestão empresarial em Portugal em 2014

Principais conclusões do estudo Gestão Empresarial 2014 da Accenture e AESE.

Há uma correlação muito próxima entre o estado económico do país e o estado de espírito que os empresários desse mesmo país revelam, e isso fica demonstrado neste estudo Gestão Empresarial 2014, realizado pela Accenture e AESE - Escola de Direção e Negócios, e que tem por base entrevistas realizadas a cerca de 180 executivos. Em pouco mais de 5 minutos vai poder ficar a par neste vídeo das principais conclusões do estudo, que analisa a presente situação das empresas portuguesas relativamente à sua competitividade nacional e internacional e face ao contexto económico de 2014.

Emanuel Agostinho, senior manager da Accenture Strategy, destaca, face às duas edições anteriores do estudo, que 'regista-se um maior otimismo, seja a nível do crescimento, seja a nível da internacionalização'. Verifica-se também uma 'grande maturidade no processo de crescimento internacional das empresas, com maior apetência para risco e geografias diferentes e formas de trabalhar diferentes, com muito mais parcerias locais', sobretudo nas multinacionais. A tecnologia continua a ser importante, 'seja em intensidade, seja na disrupção', salienta o responsável.

Este é um estudo que tem procurado captar, ao longo dos anos, a forma como PME e grandes empresas de todos os setores se adaptam e reagem aos climas económicos globais, permitindo aos decisores políticos perceberem o efeito das políticas macroeconómicas globais na economia portuguesa e aos gestores perceberem, por sua vez, se o seu estado de espírito e visão da economia é ou não igual aos dos seus pares. E a que conclusões chegamos a este nível?

João Araújo, senior manager da Accenture Strategy, refere, a propósito das principais reflexões que saem para empresas e decisores políticos, que 'a conotação com a ‘marca Portugal’ parece não ser algo significativo para os empresários portugueses' e que 'no processo de internacionalização ainda não se consideram o sudeste asiático ou a Oceânia, geografias para as quais se prevê que até 2050 ocorra 40% do crescimento mundial'. Salienta o responsável que 'isto é algo que deve ser de alguma forma desenvolvido porque tem que ver com o alinhamento [de Portugal] com os motores do crescimento mundial'.

Isto percebe-se se olharmos para as áreas geográficas totalmente prioritárias nas quais pensam vir a entrar ou a aumentar as operações as empresas portuguesas, e cujos dados são revelados no estudo e neste vídeo. Para 65% dos executivos e gestores inquiridos, o bloco da África Subsariana é a prioridade, excluindo aqui Angola que, com 70% das menções, aparece em primeiro lugar nesta lista, e, também, Moçambique (46%).

Segue-se com maior potencial a América do Sul e Central (54%), no top 3 das preferências, sem contar aqui com o Brasil, referido especificamente por 53% dos inquiridos. A Europa Central e do Norte recolhe 50% das intenções, ao passo que a Europa do Sul iguala em preferências com a região da Europa de Leste (ambas com 38%). Mais de metade (51%) dos gestores portugueses apontam especificamente para Espanha como mercado estratégico, e ao ocupar a quinta posição, isso 'mostra que a proximidade geográfica não é hoje tão relevante como seria há uns anos atrás', refere João Araújo. Ligeiramente acima das localizações europeias aparece o Norte de África e Médio Oriente (41%) como área geográfica totalmente prioritária nas quais pensam vir a entrar ou a aumentar as operações.

Na entrada nestes mercados, mais de 48% dos inquiridos seguem uma estratégia assente nalgum tipo de parceria, aliança ou joint-venture com parceiros ou sócios locais, e isso é também uma evolução estratégica para muitas das empresas portuguesas em cujos gestores foram inquiridos para este estudo.

Ainda neste mesmo vídeo, João Araújo explica as prioridades estratégicas apontadas pelas empresas portuguesas, e estas estão claramente relacionadas com a 'defesa do bottom line', ou seja, em tudo o que tenha a ver com rentabilidade, produtividade e eficiência operacional. E isto para 60% dos inquiridos neste estudo. Exceção feita à Inovação, que surge nesta edição do estudo (e é uma evolução face às anteriores) no top 3 de prioridades estratégicas: 55% dos inquiridos afirmam que é 'bastante prioritário' e 30% dizem ser 'totalmente prioritário'. 'A Inovação continua a ser tida como algo muito associado a adições incrementais a produtos e a serviços existentes, mas é uma recuperação deste tópico', explica João Araújo.


Emanuel Agostinho - João Araújo

Senior managers - Accenture Strategy

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Gestão de Compras: Novos Desafios para os Profissionais

Não basta dominar boas técnicas de negociação para progredir nesta carreira: há novas competências comportamentais que se valorizam agora. Saiba quais.

As pressões atuais e as grandes tendências económicas, geopolíticas, ambientais e sociais conduzem, cada vez mais, a um ambiente de compras mais competitivo, à necessidade das empresas se readaptarem ao papel dos fornecedores na cadeia de abastecimento e a um conjunto complexo de relações, quer com os mercados, quer com os aspetos de risco da gestão da cadeia de abastecimento.

Quem o afirma é Eduardo Santos, coordenador do programa Gestão de Compras da Porto Business School (PBS), que neste vídeo explica a necessidade de readaptação das empresas face a um mercado cada vez mais competitivo, salientando a capacidade de otimização das despesas. Realça também a criação de parcerias que potenciem a competitividade do negócio.

As despesas de compras têm uma parcela muito significativa na estrutura de custos das empresas e isso obriga os responsáveis pela gestão das mesmas a estabelecer relações comerciais e parcerias que potenciem fatores competitivos do negócio. E isso exige mais deles, em termos de capacidades pessoais e profissionais.

Eduardo Santos sublinha que competências de comunicação, de liderança e de gestão da mudança começam também, neste quadro de visão mais sistemática e de maior valor acrescentado das compras na organização, a serem mais críticas face aquilo que, geralmente, era o paradigma de competências mais clássicas, como as boas técnicas de negociação. Ou seja, há um conjunto de competências comportamentais de gestão da mudança, de gestão da comunicação e de gestão de projeto que hoje em dia são fundamentais para desenvolvimento e progressão de carreira de um profissional na área da gestão de compras.


Eduardo Santos

Coordenador do programa Gestão de Compras da PBS

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Financiamento: Instrumentos Disponíveis para as PME na União Europeia

Conheça o caso de sucesso de uma PME polaca que tirou partido dos instrumentos financeiros da UE na Polónia.

Os investimentos a fundo perdido e empréstimos reembolsáveis, integrados em programas de financiamento para, por exemplo, financiar investimentos em investigação e desenvolvimento (I&D), são alvo de interesse em todos os países europeus e Portugal não é exceção. Quase metade das empresas lusas (49%) assumia, em 2014, estar de olhos nestes incentivos, em linha com a média internacional (48%), segundo a 9.ª edição do Barómetro Internacional de Financiamento da Inovação, promovido no nosso país pela Alma CG. Fontes de financiamento alternativas, como o recurso a business angels ou ao mercado de capitais (Bolsa), ainda não são escolhidas por mais de 7% dos inquiridos e o crowdfunding é a opção de 8% das empresas portuguesas.

Por outro lado, o estudo A Internacionalização das PME Portuguesas, realizado pela PricewaterhouseCoopers (PwC) para a Associação Industrial Portuguesa (AIP), divulgado no início de 2015, refere que mais de metade das PME (56%) entende que o acesso a linhas de financiamento é uma das maiores barreiras ao incremento das exportações.

Estes são exemplos de diversas formas de financiamento das PME no mercado português, mas há mais e diferentes instrumentos financeiros disponíveis, incluindo apoios da União Europeia. O tema do financiamento, dos apoios e impulsos financeiros às PME é, pois, uma questão de relevo em todo Velho Continente que extravasa fronteiras nacionais. 

Nesta reportagem, a Euronews foi conhecer as diversas formas de financiamento - crédito, leasing, garantias bancárias e capital de risco, entre outras - que nos últimos 5 anos possibilitaram o financiamento a mais 300 mil PME, bem como o novo programa europeu COSME em vigor até 2020. O canal foi até à Polónia abordar a questão com Arkadiusz Lewicki, diretor do ponto de contacto polaco para os instrumentos financeiros da União Europeia (UE), e conhecer o caso da 3TOP, uma PME polaca dedicada ao fabrico de móveis de cozinha. Veja abaixo o vídeo em português.


Arkadiusz Lewicki

Diretor para Instrumentos Financeiros da UE na Polónia

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Lições do Lago dos Tubarões: Identifique Oportunidades e Prepare-se para os Investidores

Duas das três ideias retiradas dos primeiros negócios apresentados no programa Shark Tank português comentadas por Miguel Muñoz Duarte, docente da Nova SBE.

Shark Tank é um dos mais aclamados programas de televisão orientados para os negócios, que na sua edição portuguesa incluiu 5 empresários de sucesso da nossa 'praça'. Estes foram desafiados a colocar capital, experiência e redes de contactos à disposição de empreendedores que merecem ser ajudados a desenvolver as suas ideias e negócios apresentados nesse programa.

Tendo precisamente por base esse formato, emitido na SIC, a Nova SBE - School of Business & Economics, em parceria com o jornal Expresso, lançou esta série de vídeos denominada Lições do Lago dos Tubarões.

O seu objetivo é o de analisar os negócios propostos e de salientar as aprendizagens que se podem retirar desses exemplos de empreendedorismo, inovação e iniciativa apresentados nesse formato televisivo.

Neste primeiro vídeo da série, Miguel Muñoz Duarte, docente da Nova SBE, apresenta, em 4 minutos, na sua perspetiva, os principais ensinamentos a retirar dos casos da Sock Busters, Comida de Rua, Museu Erótico Português, Barroca do Retiro e Lusoscreen.

No essencial, esses ensinamentos, que vai poder ver e ouvir mais explicados no vídeo abaixo, podem resumir-se às seguintes ideias:

1.º - Identificar uma oportunidade ou a solução para um problema e agir;

2.º - Fazer uma proposta adequada aos objetivos do investidor;

3.º - O negócio e o empreendedor têm de estar preparados para serem investidos;

Miguel Muñoz Duarte

Docente da Nova SBE

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Lições do Lago dos Tubarões: Talento, Paixão e Produto não são um Negócio

Uma das ideias retiradas de três projetos apresentados no programa Shark Tank português comentadas por Nadim Habib, docente da Nova SBE.

O Shark Tank é um dos mais aclamados programas de televisão orientados para os negócios, que na sua edição portuguesa incluiu 5 empresários de sucesso da nossa 'praça'. Estes foram desafiados a colocar capital, experiência e redes de contactos à disposição de empreendedores que merecem ser ajudados a desenvolver as suas ideias e negócios apresentados nesse programa.

Tendo precisamente por base esse formato, emitido na SIC, a Nova SBE - School of Business & Economics, em parceria com o jornal Expresso, lançou esta série de vídeos denominada Lições do Lago dos Tubarões.

O seu objetivo é o de analisar os negócios propostos e de salientar as aprendizagens que se podem retirar desses exemplos de empreendedorismo, inovação e iniciativa apresentados nesse formato televisivo.

Neste segundo vídeo da série, Nadim Habib, docente da Nova SBE, apresenta, em 3 minutos, na sua perspetiva, os principais ensinamentos a retirar dos casos do atelier de alta costura de Rosalyn Silva com tecidos africanos; Kupy, a cadeia de praia de Vera Maya e a VertEquip, de Manuel Júnior e Pedro Gonçalves.

No essencial, esses ensinamentos, que vai poder ver e ouvir mais explicados no vídeo abaixo, podem resumir-se às seguintes ideias:

1.º - Talento e paixão não constituem um plano de negócios

2.º - Um produto não é um negócio

3.º - Os planos de negócio têm de indicar como vão gerar valor para o investidor


Nadim Habib

Docente da Nova SBE

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Lições do Lago dos Tubarões: Fazer de Fraquezas Forças e Liderar pela Positiva

Uma das ideias retiradas de 3 inovações apresentadas no programa Shark Tank português comentadas por Miguel Pina e Cunha, docente da Nova SBE.

O Shark Tank é um dos mais aclamados programas de televisão orientados para os negócios, que na sua edição portuguesa incluiu 5 empresários de sucesso da nossa 'praça'. Estes foram desafiados a colocar capital, experiência e redes de contactos à disposição de empreendedores que merecem ser ajudados a desenvolver as suas ideias e negócios apresentados nesse programa.

Tendo precisamente por base esse formato, emitido na SIC, a Nova SBE - School of Business & Economics, em parceria com o jornal Expresso, lançou esta série de vídeos denominada Lições do Lago dos Tubarões.

O seu objetivo é o de analisar os negócios propostos e de salientar as aprendizagens que se podem retirar desses exemplos de empreendedorismo, inovação e iniciativa apresentados nesse formato televisivo.

Neste terceiro vídeo da série, Miguel Pina e Cunha, docente da Nova SBE, apresenta, em menos de 3 minutos, na sua perspetiva, os principais ensinamentos a retirar dos casos de toucas e toalhas para natação da campeã olímpica Simone Fragoso; a Water Less de Jorge Antunes e o notebook comestível de Ricardo Silva.

No essencial, esses ensinamentos, que vai poder ver e ouvir mais explicados no vídeo abaixo, podem resumir-se às seguintes ideias:

1.º - É possível transformar fraquezas em forças

2.º - A liderança atinge-se com linguagem positiva, mobilizadora, simples e direta

3.º - Uma boa ideia é apenas o início de um negócio


Miguel Pina e Cunha

Docente da Nova SBE

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Lições do Lago dos Tubarões: Valor das Pessoas e para os Investidores

Uma das ideias retiradas dos 5 projetos apresentadas no programa Shark Tank português comentadas por Nadim Habib, docente da Nova SBE.

O Shark Tank é um dos mais aclamados programas de televisão orientados para os negócios, que na sua edição portuguesa incluiu 5 empresários de sucesso da nossa "praça". Estes foram desafiados a colocar capital, experiência e redes de contactos à disposição de empreendedores que merecem ser ajudados a desenvolver as suas ideias e negócios apresentados nesse programa.

Tendo precisamente por base esse formato, emitido na SIC, a Nova SBE - School of Business & Economics, em parceria com o jornal Expresso, lançou esta série de vídeos denominada Lições do Lago dos Tubarões.

O seu objetivo é o de analisar os negócios propostos e de salientar as aprendizagens que se podem retirar desses exemplos de empreendedorismo, inovação e iniciativa apresentados nesse formato televisivo.

Neste quarto vídeo da série, Nadim Habib, docente da Nova SBE, apresenta, em menos de 3 minutos, na sua perspetiva, os principais ensinamentos a retirar dos casos do projeto de nutrição FFAN Club; Eggcellent para fãs de ovos; Dinwallets feitas de madeira; da linha de sapatos Egídio Alves e de umas casotas para cão.

No essencial, esses ensinamentos, que vai poder ver e ouvir mais explicados no vídeo abaixo, podem resumir-se às seguintes ideias:

1.º - É fundamental saber vender

2.º - Os investidores investem em pessoas

3.º - É necessário ter uma noção clara de como gerar valor para o investidor


Nadim Habib

Docente da Nova SBE