Internacionalização

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É preciso muito mais do que espírito de empreendedor e de sacrifício para vingar além-fronteiras.

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Ambiente Global de Mudança

As mudanças nunca foram tão globais e rápidas. Um acontecimento político, social ou tecnológico num qualquer canto do mundo pode ter repercussões globais em questão de minutos. Mas há outros acontecimentos mais paulatinos que permitem explicar o presente e como pode evoluir o mundo.

O investigador e data visionary sueco Hans Rosling explica nesta TED Talk o que mudou e progrediu nos últimos 50 anos. Rosling descreve como era a população mundial em 1960, a separação entre países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, assim como os seus diferentes padrões de consumo. Hoje o mundo cresceu e transformou-se. Por último, faz uma antevisão sobre como será a distribuição da população mundial em 2050.

*Está disponível uma versão com legendas em português de Portugal em http://www.ted.com/talks/hans_rosling_on_global_population_growth.html

Hans Rosling

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Multiculturalismo: Contributo da China para a Economia Global

As empresas chinesas nativas e as suas congéneres ocidentais a operar naquele mercado estão fadadas a um desafio comum, ainda que com objetivos e timings distintos: o da aceitação e promoção do multiculturalismo.

Se há anos apenas existia um mundo, uma língua e uma cultura dominantes no cenário mundial - a anglo-saxónica - isso hoje já não é assim. Uma panóplia de outras culturas e línguas, em resultado da emergência de países ou blocos como o Brasil, Leste da Europa, África do Sul ou Índia, que ganham cada vez mais importância e protagonismo, estão a fazer mudar a cena deste mundo, tornando inevitável acelerar aquilo que é já hoje uma realidade: o multiculturalismo.

Esse multiculturalismo, não apenas nos negócios, mas também na política e na educação, vai obrigar-nos a todos a saber como adaptar-nos entre uma e outra cultura para sobreviver no futuro. I.e., entre a nossa cultura, de origem, e a cultura de outros, no destino. E isto será uma skill preponderante nos anos vindouros.

Isto é particularmente notório e necessário no que diz respeito à China, cujo império continuará a expandir-se e a influenciar o resto do mundo. De um e outro lado da Grande Muralha, quer as empresas chinesas nativas, quer as empresas ocidentais estabelecidas e a operarem no maior mercado asiático, terão de saber conviver e a aprender a lidar com o multiculturalismo. De parte a parte.

Brian Renwick, Managing Director da Boyden China, explica neste vídeo da AESE, como o desafio do multiculturalismo está a ser encarado, e terá de ser visto, pelas empresas chinesas e ocidentais. Umas e outras terão de adaptar-se, ainda que a ritmos e com objetivos distintos, como nos explica. No fim, uma convicção: a China e as suas empresas terão e vão, numa questão de tempo, aprender também a serem multiculturais ao lidarem com o Ocidente, apesar das incontáveis eras que deste estiveram alheadas. As empresas ocidentais, por sua vez, nesse esforço de adaptação à China, não podem correr o risco de negar ou perder o background das suas origens.


*Está disponível uma versão com legendas traduzidas para português em http://youtu.be/9c9eJKLA-p4
(para obter legendas em português, ative primeiro as legendas, que serão por defeito em inglês. Depois, em definições, clique no dropdown de Legendas e selecione a opção 'Traduzir legendas' onde vai poder escolher o português).


Brian Renwick

Managing Director da Boyden China

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África Subsariana: Cenários do Banco Mundial para 2015

Fazer negócios em Moçambique está mais fácil, afirma Banco Mundial nas conclusões do seu relatório Doing Business 2015, que traça ainda um cenário mais positivo para toda esta região africana.

Este ano é mais fácil fazer negócios do que no ano anterior em 80% das 189 economias do mundo medidas no Doing Business 2015: Indo Além da Eficiência, um relatório do Grupo Banco Mundial que analisa regulamentações que se aplicam a empresas ao longo do seu ciclo de vida, incluindo abertura e operações, comércio internacional, pagamento de impostos e resolução de insolvência. A classificação agregada da facilidade de se fazer negócios inclui 10 áreas de regulação.

Neste vídeo em português, Rita Ramalho, autora principal do relatório, menciona as principais conclusões, nomeadamente a de que muitas das reformas nos domínios acima indicados aconteceram em África: das 230 reformas registadas este ano, 75 delas foram implementadas na África subsariana. Nesse contexto, Moçambique sai particularmente bem 'na fotografia': simplificou processos de transferência de propriedade e implementou nova legislação nos processos de insolvência, o que simplifica os trâmites judiciais e aumenta a probabilidade das empresas continuarem viáveis.


Rita Ramalho

Autora principal do relatório Doing Business 2015

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Cabo Verde quer ser potência do Atlântico

O turismo, mas também as TIC, as energias renováveis e a pesca são setores em análise nesta reportagem da Euronews sobre este arquipélago africano.

O canal de notícias Euronews apresenta nesta reportagem um retrato socio-económico de Cabo Verde, caracterizando o presente e antecipando o futuro, entrevistando o presidente da Cabo Verde Investimentos, José Armando Duarte, sobre o potencial, os desafios e as dificuldades que se colocam aquele arquipélago formado por dez ilhas vulcânicas na região central do Oceano Atlântico, a cerca de 570 quilómetros da costa da África Ocidental.

Uma conversa acerca do potencial turístico daquele país insular, que quer capitalizar na estabilidade política, no clima e na simpatia das suas gentes para, nos anos vindouros, alcançar e captar cerca de um milhão de visitantes por ano.

Mas Cabo Verde quer afirmar-se, igualmente, como uma grande plataforma de serviços para aquela parte do Atlântico e de África, o que passa por potenciar outros setores considerados estratégicos como as tecnologias de informação (TIC), as energias renováveis e a pesca. Veja o vídeo abaixo da Euronews em português.


José Armando Duarte

Presidente da Cabo Verde Investimentos

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Exportações portuguesas

Uma animação vídeo do que mudou em 2012 e do que se está (e é preciso) alterar na balança comercial de bens e serviços portuguesa.

Portugal tem como desígnio nacional exportar mais e crescer lá fora, além-fronteiras, noutros mercados. Parte disso consegue-se pela exportação, seja de bens, seja de serviços.

Nesta animação vídeo em português e inferior a 5 minutos, a AIP - Associação Industrial Portuguesa, dá vida às estatísticas e dados sobre a exportação portuguesa em 2012, tornando-os mais percetíveis e de fácil compreensão. Aborda igualmente a dependência europeia, os novos rumos e a importância da exportação para uma economia moderna no nosso país.

Muito interessante e especialmente eficaz, sobretudo para os negócios e empresas que ponderam exportar pela primeira vez, até porque no final do vídeo se enumeram as questões obrigatórias para qualquer gestor empenhado neste processo.

Em conclusão, ficam duas ideias essenciais: é necessário alargar o número de empresas exportadoras e é importante afirmar e consolidar novos mercados. Veja o vídeo abaixo.


Exportações portuguesas

AIP

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Senegal procura projeção em (e fora de) África

Conheça o novo polo urbanístico e empresarial de Diamniadio, a sul de Dakar, espelho das ambições e dos desejos daquele país para o seu futuro.

Conhecida dos portuguesas pelos anos que acolheu o mítico Rali Paris - Dakar e, nos últimos anos da prova por terras de África, com partida desde Lisboa, a capital do Senegal - Dakar - é hoje uma cidade africana pujante, que constrói o presente a projetar o futuro.

Parte dos investimentos, mas também das ambições e das esperanças, residem no novo polo urbanístico e empresarial de Diamniadio, que está a nascer e a crescer 30 quilómetros a sul de Dakar. É aqui que está a ocorrer uma profunda transformação da paisagem, assente em novas infraestruturas que, no limite, visam melhorar a atração de novos negócios e a criação de novos milhares de postos de trabalho, facilitando o investimento e a instalação de negócios, sobretudo do estrangeiro.

O 'Vale de Diamniadio' vai albergar, em mais de 3 mil hectares, uma vasta plataforma com serviços, universidades, hospital, escritórios, mas também uma pequena cidade, o novo centro internacional de conferências de Dakar e a primeira autoestrada com portagem da África Ocidental.

Nesta reportagem em português da Euronews pode conhecer mais sobre o novo polo urbanístico e empresarial de Diamniadio, mas também a atratividade do Senegal para empresas estrangeiras e testemunhos de empresas estrangeiras que já estão naquele país.
Veja o vídeo abaixo.


Ahmed Tidiane Ba

Diretor-geral da Autoridade Tributária do Senegal

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Panamá, uma economia emergente

Como a União Europeia e as empresas europeias estão a aproveitar o crescimento e desenvolvimento deste pequeno país.

Pequeno, mas estrategicamente bem colocado - veja-se o seu Canal - e no top 5 das economias mundiais com melhor desempenho: assim se pode definir o Panamá, o país mais meridional da América Central, situado no istmo que liga as Américas do Norte e do Sul, e com cerca de 3,5 milhões de habitantes.

Não obstante o imenso Atlântico que nos separa, o Panamá tem relações comerciais com a Europa desde há muito tempo. A União Europeia é hoje o segundo maior parceiro comercial do Panamá, logo depois dos Estados Unidos.

Mas quando se fala de investimento estrangeiro, as empresas europeias ultrapassam as americanas. A ampliação do Canal do Panamá tem servido de montra para as empresas europeias, mesmo para as PME que produzem tecnologia de ponta. Mas há outros setores promissores para as empresas europeias: construção, energia, minas, telecomunicações, transportes, logística e no turismo.

Esta reportagem em português da Euronews aborda o potencial deste país e o seu relacionamento com a União Europeia e as empresas do Velho Continente. Veja-o abaixo.


Isabel Saint Malo

Vice-Presidente do Panamá

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África e Europa, o presente e o futuro

As ex-colónias africanas de países europeus estão hoje num continente com debilidades e carências, mas também com oportunidades de negócio para as empresas europeias.

A realização do Fórum Económico União Europeia / África em 2014, que reuniu um milhar de personalidades dos dois continentes, em Bruxelas (Bélgica), foi o mote para esta reportagem da Euronews sobre o relacionamento, o papel e a presença da Europa, suas instituições, agentes e empresas, no Continente Negro, que está igualmente sob as atenções da China, Índia ou Brasil.

A realidade, num continente tão vasto, é dispare, mas no geral setores como as tecnologias de informação, energias alternativas e limpas e o farmacêutico estão a dar cartas, e nesta reportagem representantes da GlaxoSmithKline, da Microsoft ou ainda da Comunidade de Software Livre relatam as suas experiências e das suas organizações naquela parte do globo.

Uma reportagem em português da Euronews que demonstra como empresários, investidores e políticos estão a cimentar as relações entre a Europa e África no contexto mundial e global do século XXI. Veja-o abaixo.


Andrew Witty

CEO da GlaxoSmithKline