Marketing e Comunicação

Marketing e comunicação

O desafio do digital, do omni-canal e de tantas outras tendências, na comunicação interna e externa do seu negócio.

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O Marketing como Oportunidade

Como todas as ciências e disciplinas, o marketing tem evoluído ao longo do tempo.

A massificação dos mercados, a tecnologia, a evolução e a inovação das próprias técnicas de marketing, assim como o empowerment dos utilizadores graças à Internet, permitem novas oportunidades. Mas, para aproveitá-las as marcas devem adaptar-se a estas mudanças em vez de lutar contra elas. Para explicar as teorias fundamentais de uma imagem de marca neste novo clima, Dan Cobley, diretor de marketing na Google, promove um comparativo entre o marketing e a física.

*Está disponível uma versão com legendas em português de Portugal em http://www.ted.com/talks/dan_cobley_what_physics_taught_me_about_marketing

Dan Cobley

Diretor de marketing do Google

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O Mundo das Marcas e da Publicidade

A comunicação e a publicidade destinam-se a trabalhar na imagem que os clientes têm de uma marca.

A experiência de marca consiste na soma de todos os pontos de contacto do cliente com a marca, sendo que a imagem de marca é uma construção simbólica criada nas mentes das pessoas e que agrupa toda a informação e as expectativas associadas ao produto ou serviço.

Neste vídeo, Morgan Spurlock, documentalista, realizador de cinema, produtor de televisão e guionista norte-americano (conhecido sobretudo pelo documentário SuperSize Me), aborda o product placement, refletindo sobre a indústria publicitária, o neuromarketing e de como cada pessoa se vê a si mesma como marca.

*Está disponível uma versão com legendas em português de Portugal em http://www.ted.com/talks/morgan_spurlock_the_greatest_ted_talk_ever_sold

Morgan Spurlock

Diretor de 'Super Size Me'

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Controlo da Marca pela Empresa

As redes sociais fizeram com que as marcas criassem comunidades em torno delas, onde se incluem consumidores e colaboradores, que conversam sobre elas ativamente. Mas, a generosidade estas plataformas pode tornar-se perigosa.

Tão importante como saber tornar uma marca visível é conhecer os meios para neutralizar possíveis crises ou comentários negativos. Hoje em dia, as marcas estão todo o tempo expostas, muito para além dos pontos de venda ou quando alguém vê um spot publicitário, pelo que as empresas devem saber lidar com este novo contexto.

Neste vídeo, o especialista em marketing Tim Leberecht explica como as empresas estão a perder o controlo da sua marca. Ele parte da seguinte premissa: “a tua marca é o que as outras pessoas dizem sobre ti quando tu não estás em casa' (citando Jeff Bezos, fundador de Amazon.com) e afirma que, na atualidade, a hiperconectividade e a transparência permitem às empresas ter acesso a essa 'casa', podendo escutar e juntar-se às conversas sobre a sua marca.

*Está disponível uma versão com legendas em português de Portugal em http://www.ted.com/talks/tim_leberecht_3_ways_to_usefully_lose_control_of_your_reputation

Tim Leberecht

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Marketing no Século XXI: Implicações e Desafios

As vidas digitais dos consumidores, quatro novas características para as marcas, a Internet das Coisas e o CEO como Chief Digital Officer são abordados neste vídeo da AESE.

A AESE - Escola de Direção e Negócios recebeu, a propósito do seu 38º PADE - Programa de Alta Direção de Empresas da AESE, a visita de Patou Nuytemans, Chief Digital Officer da Ogilvy Group para a região da Europa, Médio Oriente e África (EMEA). Neste vídeo, a responsável aborda quatro grandes temáticas no seu comentário: as vidas digitais dos consumidores, quatro novas características que as marcas precisam de ter, a Internet das Coisas como oportunidade para as marcas e o CEO como Chief Digital Officer.

As vidas digitais dos consumidores
Torna-se claro que as pessoas, ou os consumidores, vivem hoje as suas vidas no digital de formas inimagináveis anteriormente. Isso faz-se através das redes sociais, onde seguem as vidas dos seus amigos, das suas personalidades favoritas e também, e basicamente, o que se passa no mundo. os media digitais conseguem ser, assim, muito personalizados e incrivelmente humanos, o que convida à interação, à contribuição e à troca entre os seus utilizadores.

E é isto que importa às marcas: quando as pessoas se expressam através dos meios digitais, isso permite às marcas saberem o que os consumidores gostam e amam e ter isso em consideração. Isto é essencial para as marcas conseguirem que os consumidores gostem mais de si e partilhem isso com a sua rede.

Mais imediatismo é o que os consumidores esperam das marcas, pois têm menos paciência, uma vez o digital veio colocar e trazer tudo para a 'ponta dos dedos'. Através do seu telemóvel têm acesso não só a mais informação, mas também a descobrirem ou saberem onde irem, comerem ou o que comprarem. Esperam, por isso, da parte das marcas, respostas rápidas e instantâneas. Os consumidores esperam das marcas melhores experiências, satisfação e conteúdos. As marcas precisam de ter isto em conta e de saberem como (re)agir.


Quatro novos skills para as marcas
No entender de Patou Nuytemans, no marketing do século XXI há quatro skills ou características que as marcas precisam de conhecer, saber mais e implementarem:

- Engagement: o mundo digital permite não só que as marcas transmitam mensagens do que são e do que têm, mas permite-lhes igualmente, e sobretudo, criarem engagement, aproximação e afinidade com os consumidores. As marcas devem, por isso, ver-se e posicionarem-se a si mesmas não como anunciantes tradicionais, mas como produtoras de conteúdos. É pelos conteúdos que conseguirão o engagement. Está é uma nova e excitante capacidade, mas ainda assim dramática, pois implica uma aprendizagem das marcas a fim de que o consumidor continue a despender tempo com elas, acredite nelas e interaja com elas;

- 'Comprar' e não 'alugar' audiências: as marcas devem afastar-se da ideia de que as comunicações de marketing se resumem a campanhas. Trata-se aqui de não alugar audiências no tempo que dura uma campanha, mas sim comprá-las ou ganhá-las. Há pois que criar ações em torno de conteúdos e da comunidade que sejam do interesse das pessoas, afastando-se meramente das campanhas;

- Ganhar na prateleira digital: os consumidores estão dispostos a comprarem a partir daquilo que procuram ou encontram online. Nesse estágio em particular, as pessoas procuram a opinião dos seus amigos e não propriamente a informação da marca. Assim, o desafio para a marca é, nesse processo e nesse ponto, impactar com muito e positivo conteúdo, referências e opiniões a seu respeito e aos seus produtos ou serviços.

- Escutar o consumidor: isso implica o que os consumidores dizem, como pensam e reagem, seja às nossas campanhas, seja à nossa marca, produto ou serviço. Trata-se de conhecer e dominar a digital body language (ou a linguagem corporal digital). E não se trata apenas de escutar e interiorizar. Há que agir e demonstrar que os escutamos, levando a cabo ações que o demonstrem: reagir aos seus comentários, acarinhar e receber bem ideias ou sugestões, e isso de forma pública, na Internet.


Internet das Coisas (ou IoT, de Internet of Things)
A Internet vai mover-se dos ecrãs dos dispositivos para as coisas quotidianas, ficar embebida nos objetos do dia e isso abre tremendas oportunidades às marcas de se tornarem mais relevantes aos olhos dos consumidores. Trata-se de caminhar de uma marca ou empresa assente em produto para uma outra assente em produtos e serviços. Assim, o que fazer e não fazer na Internet das Coisas não é algo a ser ignorado pelas marcas: trata-de usar o poder da Internet para estar em todo o lado, em todas as coisas.


CEO como Chief Digital Officer
O Chief Executive Officer (CEO) deve assumir para si o lugar de Chief Digital Officer, ou de New Head of Social ou mesmo de New Head of Content. Ele deve tomar para si este papel, 'tomar as rédeas' dessa transformação na organização e não deixar isso a cargo dos mais novos. Continuaremos a ter de enfrentar e resolver os mesmos desafios e problemas de antigamente, mas numa nova era. E temos de pensar na Internet e no digital em tudo o que fazemos. E isto representa uma tremenda transformação para as marcas, mas também inúmeras oportunidades.


Patou Nuytemans

Chief Digital Officer da Ogilvy Group EMEA

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10 Tendências de Marketing para 2015

O que está hot e trendy para que um marketeer possa desempenhar com sucesso e resultados a sua missão.

De buzzwords, conceitos trendy e novos jargões se faz o dia-a-dia do marketeer atual. Palavras, termos e conceitos que escondem novas realidades, algumas muito emergentes, com impacto na comunicação de produtos, serviços, marcas e valores das marcas.

Este episódio do Marketing Digest da APPM - Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing, apresentado por Diogo (esq.) e Ricardo (dir.), revela-lhe o que está hot, trendy e 'a dar' no marketing neste ano em 2015, e cujas 10 tendências mais proeminentes e destacadas neste vídeo se resumem a:

1. uma ferramenta, várias opções de negócio
2. personalização
3. e-mail marketing integrado
4. alterar a designação do departamento de marketing para negócio
5. ROI ou o retorno do investimento
6. foco na criação ou geração de leads
7. omni-canalidade
8. transparência
9. SEO e redes sociais
10. automatização


Diogo e Ricardo

Marketing Digest da APPM

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O que é uma agência de marketing digital?

O que é, o que faz e o que pode fazer pelo seu negócio, marca ou produto é o que lhe explica esta breve animação vídeo.

Mais de 51% das empresas ibero-americanas (portuguesas incluídas) recentemente inquiridas pela consultora de comunicação Llorente & Cuenca afirmam que dedicarão este ano mais orçamento no desenvolvimento da estratégia digital do que aquilo que investiram em 2014.

Quais as razões por detrás desse investimento? A criação de espaços online onde a empresa se pode encontrar com os seus públicos e desenvolver uma comunidade (65%), maior eficácia nos seus planos de marketing (43%) e maior eficácia na gestão para o cliente através dos canais próprios de Social Media (29%) são as grandes conquistas de uma estratégia digital.

Um outro estudo sobre Social Business da consultora IDC e da operadora NOS refere que 6 por cento é quanto vai crescer a despesa com iniciativas de Social Media nas organizações em Portugal este ano de 2015, levando 18,3% da fatia do orçamento face aos 12,3% de 2014. É a rubrica que mais cresce. Este mesmo estudo refere ainda, no tocante à existência de um responsável e de suporte às iniciativas de Social Business, que em apenas 5% das organizações ou empresas nacionais isso é feito em regime de outsourcing, através, por exemplo, de uma empresa que presta serviços de marketing e de relações públicas.

Ainda assim, o papel, a visibilidade e a importância das agências de marketing digital é notório e indiscutível, mesmo em Portugal. E a parca utilização das mesmas deixa antever um crescimento muito maior do recurso a estes prestadores de serviços no futuro. Mas, o que fazem ao certo?

Nesta animação vídeo de menos de 2 minutos, a Made2Web Digital Agency explica que uma agência de marketing digital trabalha para que a sua empresa tenha uma presença completa e eficaz na Web ao recorrer a profissionais especializados que comunicam a sua marca nos canais digitais de forma integrada e eficaz.


O que é uma Agência de Marketing Digital?

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Criar uma Estratégia de Marketing Digital 360

Este mini-curso em vídeo resume 18 áreas core no desenvolvimento de uma estratégia de marketing digital com visão global e abrangente.

Uma visão a 360º é um olhar, uma observação completa, perspicaz e integral, capaz de perceber a de absorver também o contexto em volta. E no Marketing, que se quer cada vez mais digital em função das tendências, posicionamentos e abordagens de marcas, produtos e serviços face ao novo consumidor, isso faz ainda mais sentido e é core e mesmo obrigatório. No Marketing Digital isso passa por perceber e saber como colocar em prática, recorrendo a ferramentas e meios adequados, todas as ações, do planeamento à análise de resultados.

Contam-se entre eles os aspetos ligados à Estratégia Digital e do Website (plano de marketing digital, website e loja online e e-mail marketing); ao Google Marketing (otimização para o Google, publicidade online, analítica e retorno), Mobile Marketing (website, aplicações e táticas mobile), Social Media (integração Web, redes sociais, e Facebook Marketing), Youtube Video Marketing (crie vídeos facilmente, otimização YouTube, produção de vídeos profissionais) e Conteúdos e Ferramentas (criação de conteúdos, técnicas multimédia, e cloud e produtividade).

Se já tem ou pensa ter um negócio puramente online, ou cuja componente digital necessita de ser incorporada, este vídeo dá-lhe concisamente uma visão das componentes a ter em conta quando se fala de marketing digital 360.

Neste vídeo inferior a 10 minutos, Vasco Marques, especialista em formação, desenvolvimento e gestão de e-Business (negócios on-line) e marketing digital, apresenta resumidamente as principais conclusões da sua apresentação sobre Estratégia Marketing Digital 360 no evento virtual ClickSummit que lhe poderão dar pistas para o seu negócio.


Vasco Marques

Especialista em formação, desenvolvimento e gestão de e-Business e marketing digital

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7 Boas Práticas de Marketing Digital para 2015

O que está hot e trendy este ano no nosso mercado e que obriga negócios e marcas a prestar atenção e a tomar ação?

Ser fã de uma empresa ou marca numa rede social, seguir-lhe todos os seus passos nessa rede, apreciar novos produtos e fazer “gosto” nas suas ações é uma prática comum a um número crescente de utilizadores de redes sociais em todo o mundo e no nosso país não é exceção. A edição de 2014 do estudo Os Portugueses e as Redes Sociais da Marktest confirma precisamente essa tendência, revelando que 71% dos utilizadores de redes sociais em Portugal segue empresas ou marcas que aprecia.

Ainda em Portugal, a taxa de utilizadores ligados a páginas de pequenos negócios no Facebook é de 85%, num total de 197,3 milhões de ligações. No nosso país, 99% do tecido empresarial português é composto por micro, pequenas e médias empresas, relembra aquela rede social, a mais usada entre nós.

Por outro lado, e segundo o estudo Telecommunications Macro-Sector 2014-2017, que a Altran produziu sobre o mercado de telecomunicações em Portugal, pelo menos um terço dos profissionais inquiridos (33%) acredita que os smartphones continuarão a ser os aparelhos predominantes na comunicação dos portugueses nos próximos anos. E 22% dos inquiridos profissionais está convicto de que o tablet será uma das ferramentas privilegiadas pelos portugueses nos próximos anos para concretizar as suas comunicações, sejam elas interpessoais ou em redes sociais.

Com isto em mente, buzzwords como mobile, copywriting, engagement, inbound marketing, personas, webdesign e vídeo estão mais 'in' do que nunca. Mais do que uma moda, será preciso dar atenção, tomar ação e efetuar algum investimento para que um negócio seja bem-sucedido no mundo digital, em qualquer parte do mundo, incluindo Portugal, tirando partido de boas práticas, dos recursos e ferramentas que efetivam estas tendências.

Mas, o que são e significam cada uma delas? Neste vídeo de 2 minutos, a Made2Web Digital Agency aborda sumariamente 7 boas práticas de marketing digital para 2015 que explicam cada um dos termos acima mencionados, naquilo que é a sua visão de especialistas na prestação destes serviços.


7 Boas Práticas de Marketing Digital para 2015

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