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Os últimos avanços da ciência, tecnologia e investigação e desenvolvimento (I&D) com impacto e aplicabilidade nas empresas.

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Por dentro do Android Wear

Conheça a plataforma da Google para dispositivos wearable e tire partido dela para o seu negócio.

No Google I/O de 2014, uma conferência para programadores promovida pela Google para potenciar as suas diversas plataformas, foi anunciado o lançamento de uma outra plataforma: Android Wear. Esta pretende potenciar toda uma nova geração de dispositivos móveis - sendo o mais conhecido o chamado relógio inteligente ou smartwatch - nas mãos dos consumidores, revolucionando a forma como interagem com dados e informações, seja em aplicações de correio, de messaging ou até no controlo do exercício físico e da saúde. O Android Wear promove também a interligação entre esses dispositivos móveis e um smartphone.

Isto abre um potencial gigante para as empresas: a forma como vão criar novas ou adaptar existentes apps para dispositivos assentes em Google Wear, como vão promover ou anunciar os seus produtos e serviços nestes ecrãs minúsculos e como vão aproveitar a geolocalização ou mesmo o SMS e o e-mail para contactar com um consumidor em movimento e vender-lhe produtos ou serviços.

Nesse vídeo, Neto Marin, um Google Developer, explica os conceitos básicos dessa plataforma e as diversas formas que um programador Android pode integrar a tecnologia wearable da Google na sua aplicação. Para quem não é programador, este vídeo demonstra as potencialidades da plataforma, dos dispositivos, dando uma ideia do que poderá fazer na sua atividade ou negócio para tirar partido dos dispositivos Android Wear que inundarão o mercado nos próximos tempos.


Neto Marin

Google Developer

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Digital, Big Data e Inovação

Constituem os big 3 que o CEO e a sua gestão de topo têm de adotar forçosamente, aqui explicados por Carla Hendra, CEO da Ogilvy RED.

Atualmente, cerca de 70% do 'buzz' gerado em torno de uma marca tem origem em clientes e consumidores e, portanto, fora do controlo do marketing e da gestão da marca ou mesmo do CEO (Chief Executive Officer). Agora é o consumidor quem controla e faz a marca. Face a esta realidade, e de forma a corresponder à mesma, o CEO e os seus executivos de topo têm de compreender melhor o consumidor individual e, também, de serem autênticos e transparentes e cientes da sua reputação.

Um maior foco na compreensão do consumidor individual conduziu ao fenómeno que designamos como 'big data'. Antes do 'big data' já havia o 'data', isto é muitos e variados dados e informações que não eram convenientemente usados, organizados, estruturados e, sobretudo, interpretados, até porque não havia a pressão e a necessidade de perceber o consumidor enquanto indivíduo. Agora, com fluxos de informação constantes e proveniente de múltiplas fontes, e muitas das vezes não estruturados, como as redes sociais, e-commerce, e-mail, os vídeos e outro user generated content no YouTube, todos estes dados e informações têm de ser transformados em informação sobre o consumidor individual. Só desta forma a gestão de topo pode servir e fornecer melhor o seu consumidor, proporcionando-lhe uma melhor experiência.

O 'digital' é uma parte importante desta equação, uma vez que grande parte desses dados provêm de canais digitais: redes sociais, mobile e e-commerce. Isto provoca uma mudança no focus, que deve ser agora na inovação disruptiva. A razão para isso é a de que, agora, quase todos os dias, surge uma nova empresa capaz de fazer ou de oferecer o mesmo que uma empresa estabelecida, só que, por vezes, mais rápido, ou melhor ou com menos custos. Mas, e o mais importante, é que, regra geral, as novas empresas conseguem proporcionar uma melhor experiência ao cliente. E quando isso acontece, as empresas estabelecidas ou incumbentes ficam em desvantagem porque têm sistemas proprietários ou de produção e distribuição 'pesados' que tornam desafiador fazer a inovação acontecer e responder a alguém ou algo disruptivo no seu segmento. Há a necessidade do CEO e dos gestores de topo olharem para 'fora' e estabelecerem parcerias para a inovação com recursos externos e, dessa forma, conseguirem acompanhar e responder à mudança.  

O que de mais significativo o digital introduz nesta equação é a mudança do controlo do marketer para o consumidor ou cliente empresarial. Compreender isso, e ter uma equipa que o percebe, é muito importante. A mudança é permanente e isso não vai mudar ou acabar e, por isso, essas equipas precisam, constantemente, de abraçar novas tecnologias, de pensar como usar os dados, de como usar o social media e o mobile para melhorar a experiência do seu cliente.

O mais importante para o CEO é rodear-se de uma equipa que é complementar e que colabora bem entre si, e também que é capaz de pensar em formas de ir ao mercado, hoje em dia, nos diferentes canais, digitais e não-digitais, com níveis crescentes de complexidade. Ter uma equipa de topo - do CIO (Chief Information Officer) ao CMO (Chief  Marketing Officer), sem esquecer o CFO (Chief Financial Officer) e todos os outros -, que trabalha em conjunto já deu provas de que traz melhores resultados para o negócio. E isto é o que qualquer CEO quer.


Carla Hendra

CEO da Ogilvy RED

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O Papel das TI no Negócio e os Novos Desafios do CIO

A importância do poder de computação e como as novas tecnologia podem ajudar ao negócio e os CIO e OPEX vs. CAPEX são as questões abordadas.

Alexandre Santos, business manager da Intel Portugal, aborda neste vídeo da tecnológica Hewlett-Packard (HP) os novos desafios por parte dos Chief Information Officer (CIO), da importância do poder de computação e como as novas tecnologia os podem ajudar. OPEX vs. CAPEX são também questões abordadas.

Muito dos novos negócios de uma empresa típica já não provêm, como tradicionalmente, do conselho de administração, mas sim, e muitas das vezes, das áreas de negócio. São estas que, ao aparecem com e introduzirem novos modelos de negócio, que tipicamente se desmaterializam num conjunto de pequenos desenvolvimentos que não passam pela clássica abordagem orçamental do CIO, constituem hoje, para aquele responsável entrevistado neste vídeo, o principal desafio do CIO, pelo impacto que tal tem nos seu orçamento, seja em OPEX (gasto operacional na manutenção ou melhoria dos bens), seja no CAPEX (despesa associada à aquisição de bens).

Perante essa nova realidade, Alexandre Santos acredita que as soluções tecnológicas disponibilizadas hoje pelos fabricantes de tecnologia a empresas e organizações conseguem fazer hoje por um CIO e pelo negócio muito mais do que no passado e a chave para isso é a renovação tecnológica. Esta renovação tecnológica, ainda que pequena, permite disponibilizar mais performance, que se converte em mais operacionalização para endereçar as já referidas novas necessidades e ideias das áreas de negócio. Um exemplo claro e concreto de uma dessas necessidades das empresas atuais prende-se, por exemplo, com a análise de dados para decisões em tempo real (real-time decisions), com benefícios diretos nos resultados operacionais da empresa.

Mas, renovação tecnológica em quê e para quê? Resposta: em equipamentos tecnológicos com mais de 4 anos ainda ao serviço da empresa. Cerca de 32% dos equipamentos que hoje têm mais de 4 anos na empresa apenas entregam, em média, 4% da performance das operações típicas do negócio, mas consomem, por exemplo, 65% da energia: ora isto representa em termos de investimento de OPEX cerca de 74%, o que significa que sobram 26% para a abordagem a novas áreas de negócio, tipicamente sob a forma de CAPEX.

A prometida pequena renovação tecnológica nesses equipamentos com mais de 4 anos na empresa tem um impacto relativamente grande em termos de disponibilidade de recursos para endereçar novas oportunidades de negócio não anteriormente endereçadas pelo CIO. Este orientava o seu investimento muito por aquilo que era a necessidade OPEX e pouco lhe restava para CAPEX, mas o aumento de performance tecnológica passa agora a poder ser contemplado nesta última rubrica do orçamento do CIO para benefício do negócio.


Alexandre Santos

Business Manager da Intel Portugal

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Tendências do Setor das TIC em Portugal com Impacto nas Empresas

A consultora IDC fez saber as suas previsões e evolução expectáveis para o mercado de tecnologias de informação em Portugal para 2014.

A IDC, empresa de market intelligence e de consultoria para os mercados das Tecnologias de Informação e Telecomunicações (TIC), apresentou um conjunto de previsões para a evolução do setor das TIC em Portugal, bem como as tendências que o caracterizarão nos meses e mesmo anos adiante, as quais acabarão por ter reflexo no restante do tecido empresarial no nosso país, pela oferta de produtos, soluções e serviços que se perspetivam. Neste vídeo, Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró, da IDC Portugal, apresentam essas tendências para o mercado nacional. Quais os eixos norteadores e tendências para o setor das TIC em Portugal?

Internacionalização das tecnológicas nacionais: as empresas tecnológicas nacionais vão continuar os processos de internacionalização de forma a ganhar escala, assim como as tecnológicas internacionais em Portugal vão continuar a procurar novas fontes de receita para além do mercado interno (exemplo disto é o investimento em serviços nearshore e centros de competência internacionais). Valor vai migrar para tecnologias da terceira plataforma, i.e., ligados a mobilidade, aos serviços cloud, às tecnologias sociais e de Big Data, que vão crescer a nível mundial e em Portugal.

Equipamentos móveis consolidam posição no acesso à informação: para além das vendas explosivas de smartphones, já se adquirem mais tablets do que PCs. Apesar da transformação verificada nos últimos anos, a grande mudança ainda está por vir. Em 2017, a IDC prevê que sejam vendidos em Portugal o dobro de tablets quando comparado com os PCs.

Adoção de serviços cloud computing já é uma realidade em Portugal: mais de 50% das médias e grandes organizações nacionais vão utilizar os serviços cloud em 2014 e o mercado de cloud pública e privada em Portugal atingirá os 90 milhões de euros em 2014.

Fornecedores cloud vão adquirir importância na transformação do centro de dados: apesar de residirem na cloud, as soluções de cloud computing, de mobilidade, sociais e de Big Data e analítica de negócio continuam dependentes de centros de dados físicos. E neste contexto assistimos a transformações em curso na fundação dos centros de dados com o objetivo de suportar as tecnologias da terceira plataforma. Os fornecedores de serviços de cloud computing vão ter um papel fundamental nesta transformação, nomeadamente através da disponibilidade de serviços de hosting de clouds privadas que poderão auxiliar as organizações na transição para esta nova arquitetura de computação.

Soluções Big Data no horizonte das organizações nacionais: a dimensão do universo digital - toda a informação digitalizada, criada, replicada e consumida no período de um ano - vai, em território nacional, crescer mais de 50% em 2014. Cerca de 25% das grandes organizações em Portugal desenvolvam projetos de Big Data e mais de 60% utiliza ferramentas de analítica de negócio. Grande parte destes projetos deverão ser iniciados pelo departamento de Marketing e Financeiro.

Social Business entra no mercado empresarial: as organizações nacionais começam a equacionar seriamente a utilização de ferramentas integradas de social business nos seus processos de negócio. Aumentar a notoriedade da empresa ou da marca e comunicar com clientes são as principais razões apontadas pelas organizações nacionais para a utilização das redes sociais.

Áreas de negócio vão impulsionar despesa com TI nos próximos anos: áreas de negócio, marketing e vendas passam a influenciar grande parte do investimento em TI das organizações nacionais (mais de 50%). O efeito conjugado da internacionalização das atividades e do crescente foco no cliente veio relançar o interesse pelas aplicações de negócio no território nacional (ERP, CRM, entre outras).

Internet of Things (IoT) adquire relevo: no território nacional, as estimativas apontam para mais de 68 milhões de equipamentos ligados em rede em 2020. Os terminais de pagamento, a segurança física das instalações e o rastreamento de veículos são as soluções com maior adoção no território nacional. Mas a IDC acredita que o potencial de crescimento é muito maior, basta olhar para alguns indicadores de equipamentos que podem criar valor ao estarem ligados em rede, como por exemplo os cerca de 10 milhões de contadores de água, luz e de gás natural, os cerca de 4 milhões de candeeiros de iluminação pública, as mais de 700 mil máquinas de vending, e os milhões de veículos em circulação, isto apenas para citar alguns.


Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró

IDC Portugal

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Energia em Portugal: Perspetiva das Empresas

O que pensam sobre os custos, as empresas fornecedoras ou os combustíveis de marca branca?

A edição de 2014 do estudo A Energia em Portugal: Perspetiva de Quem a Utiliza, levado a cabo pela Associação Portuguesa de Energia (APE), em parceria com a Accenture, procura conhecer e analisar os comportamentos dos consumidores de energia e identificar as perceções de particulares e empresas relativamente ao setor.

E as conclusões relativamente ao segmento empresarial, depois de inquiridas 400 empresas comerciais e industriais, são interessantes e explicadas neste vídeo por José Gonçalves, mananging director da Accenture e responsável pela área de Energia e Utilities em Portugal.

O responsável destaca que para cerca de 60% das empresas inquiridas, o custo com a energia representa menos de 10% dos custos totais. Tal como os consumidores particulares, as empresas apresentam um elevado grau de satisfação com os serviços de comercialização de energia, à exceção do preço. O preço é, aliás, segundo o estudo, a principal razão para cerca de 87% das empresas mudarem de comercializador de energia.

E na hora de abastecer a frota? Cerca de 93% das empresas inquiridas não utilizam habitualmente postos de abastecimento de marca branca ou hipermercados, nem estabelecem acordos com os mesmos.

O estudo da APE e Accenture conclui ainda que à semelhança dos consumidores particulares, para as empresas o preço de aquisição dos veículos elétricos e híbridos é o principal fator para a sua não utilização.

Verifica-se uma clara evolução na implementação de medidas de eficiência energética pelas empresas, que não é mais acentuada por falta de capacidade de investimento.


José Gonçalves

Mananging director da Accenture e responsável pela área de Energia e Utilities em Portugal

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TIC em Portugal: 10 Grandes Tendências para 2015

Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró, da IDC Portugal, apresentam as 10 principais tendências do setor das TIC em Portugal e o seu impacto no mercado nacional este ano.

A IDC, empresa de market intelligence e de consultoria para os mercados das Tecnologias de Informação e Telecomunicações (TIC), apresenta as 10 principais tendências do setor das TIC em Portugal e o seu impacto no mercado nacional este ano. Neste vídeo, Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró, da IDC Portugal, apresentam essas tendências para o mercado nacional no IDC Predictions 2015.

Para a consultora é evidente que aquilo que designa como a 3ª Plataforma Tecnológica, assente em 4 pilares - mobilidade, nuvem (cloud), analítica de Big Data e o negócio social (social business) - está a comandar o investimento, o crescimento e a inovação do setor das TIC, valendo já 20% do mesmo, mas crescendo até aos 40% já em 2020.

Sobre a 3ª Plataforma Tecnológica, e nos próximos anos, assentarão novos aceleradores da inovação, como é o caso da Internet das Coisas (ou IoT, Internet of Things), a robótica, a inteligência artificial, sistemas cognitivos, impressão 3D, entre outras tecnologias, que já estão a ser incorporadas nas principais empresas líderes mundiais em setores como a Banca, Retalho, Serviços, Indústria e na Administração Pública, tendo em vista a sua transformação digital.

Assim, e entre as principais conclusões ou tendências apontadas no IDC Predictions 2015 que poderá encontrar desenvolvidas neste vídeo, contam-se:

1. Mercado nacional de TI entra num novo ciclo

2. Cloud Computing continua a crescer a dois dígitos em Portugal

3. Mobilidade, o motor da inovação nas organizações nacionais

4. Big Data e analítica de negócio continua na agenda dos gestores nacionais

5. Segurança vai regressar à agenda dos decisores nacionais apenas em finais de 2015

6. Empresas nacionais preparam centros de dados para a 3ª Plataforma Tecnológica

7. IoT vai acelerar a transformação digital nas organizações nacionais

8. Internacionalização continua na agenda das empresas portuguesas

9. Relacionamento com clientes é motor dos novos projetos de TI em Portugal

10. Transformação digital começa a entrar na agenda das organizações nacionais


Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró

IDC Predictions 2015 Portugal

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O que é a cloud computing?

Cerca de 22% das empresas nacionais de média dimensão já recorrem a ela e prevê-se que absorva 40% dos orçamentos de TI em Portugal em 2020: mas o que é a computação em nuvem?

Se tem uma conta no Gmail, documentos na Dropbox ou se armazena e edita os seus documentos do Office da Microsoft online e não no seu computador, então saiba que há muito que é utilizador da chamada cloud computing ou, em português, computação na nuvem.

A cloud ou nuvem permite aceder a dados, sob a forma de documentos ou aplicações, que não estão fisicamente armazenados no dispositivo que está a usar para aceder - seja um computador, tablet ou smartphone -, mas estão alojados e guardados algures na Internet, numa qualquer outra localização geográfica que até pode ser noutra parte do mundo, mas que estão permanente e instantaneamente disponíveis sempre que precisar deles, desde que tenha uma ligação à Internet.

A cloud computing possibilida disponibilidade e poupanças sem procedentes, mas também levanta preocupações e novos desafios, sobretudo no tocante à segurança. 

Para conhecer melhor as vantagens e desvantagens desta tecnologia, esta reportagem da Euronews pediu ao especialista italiano Gianfranco Giardina abordasse o tema, e é isso que pode ver no vídeo em português abaixo.


Gianfranco Giardina

Especialista Informático

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Impressão 3D: o que é e como se faz?

A impressão de objetos reais tridimensionais nas empresas e mesmo em casa está a revolucionar todas as atividades.

Flexibilidade e rapidez: estas são as duas principais características das denominadas impressoras 3D da atualidade que, ao permitirem a obtenção de objetos prontos a serem usados, com formas, geometria e nível de detalhe outrora inimagináveis, estão a revolucionar e a abrir oportunidades de inovação.

A saúde e a medicina são, como explica este vídeo, as indústrias que maior partido estão a tirar desta tecnologia, mas também já há casos de sucesso nas indústrias automóvel e da aviação.

Nos últimos anos, as impressoras 3D, também conhecidas como impressoras de prototipagem rápida, tornaram-se financeiramente acessíveis, mais atrativas e com maior oferta de modelos no mercado para serem adotadas pelas pequenas e médias empresas (PME), levando a prototipagem da indústria pesada para um ambiente de trabalho perto de si.

Ao permitir o recurso e uso de diferentes tipos de materiais e de técnicas – a construção camada a camada está a dar lugar à impressão a partir de um meio líquido –, as impressoras 3D estão a ser usadas com sucesso na fabricação de próteses, corações, rins e outros órgãos vitais humanos.

Nesta animação inferior a 2 minutos em português, a Agence France Press (AFP) explica resumidamente o que é, como funciona e o potencial da impressão 3D. Veja-o abaixo: aceda ao vídeo na janela pop-up e siga depois o link para vê-lo diretamente no YouTube.


Impressão 3D

AFP